Venda da Eletrobras é renúncia do Brasil a ter política energética

eletrobras

Em 1954, o então Presidente  Getúlio Vargas propôs a criação  da Eletrobras, para dotar o Brasil de uma política nacional de energia elétrica, num paós onde faltava, mesmo nas grandes cidades, luz elétrica, o que que dirá energia  para industrializar-se.

O imposto proposto por Getúlio, para “financiar instalações de produção, transmissão e distribuição de energia elétrica” foi aprovado sete dias depois de sua morte, na Lei Nº 2.308, de  31 de agosto de 1954A criação de empresa que ia usa-lo para isso, porém, não.

Durante sete anos um Congresso dominado por forças antipátria  atrasaram sua criação – e Vargas o citou  na Carta-Testamento: “A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero” – só efetivada com João Goulart.

O regime militar, que era ditatorial mas não um completo vendilhão da pátria e tinha vapores de desenvolvimento do país a preservou e expandiu.

Criou, inclusive, outros mecanismos tributários para expandir a produção de energia, portanto, usando nisso dinheiro público.

Sarney arruinou isso, aceitando a articulação de José Serra, que deslocou para os estados consumidores (leia-se São Paulo) qo grande peso tributário da energia.

Energia que tem de ser distribuída, a preços perversos, a todas as regiões e áreas do país, não por uma simples “lei de mercado”.

Agora, tal com está fazendo com os direitos do trabalho, o governo Temer prepara-se para ir além do que fez Fernando Henrique Cardoso, que vendeu usinas, linhas de transmissão e concessionárias de distribuição, mas preservou a coluna dorsal do sistema elétrico.

Lula retirou, em 2004, a Eletrobras do Programa Nacional de Desestatização.

A empresa participou da maioria dos programas de expansão da produção de eletricidade no Brasil, diretamente ou através de suas controladas, especialmente Eletronorte e Furnas, tanto quanto como antes havia assumido a distribuição nas áreas menos rentáveis do Norte e Nordeste brasileiros.

Apesar de todo o “depenamento”, o sistema Eletrobrás ainda é responsável por 40% de toda energia que se produz no Brasil ( metade de Itaipu e e de Belo Monte) e quase 60 % das linhas de transmissão elétrica.

Agora, o Governo Temer vai entregá-la aos grupos privados, por um valor miserável que equivale a apenas um ano do aumento que impôs aos combustíveis.

Ou seja, nada.

Um país que abre mão do controle de sua capacidade de produzir energia, abre mão de sua capacidade de desenvolver-se.

Talvez Temer tenha razão: já que acaminhamos para o passado, que mal há em vender o futuro?

 

 

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29 Respostas

  1. Ulan Bator disse:

    DEMOLIÇÃO NACIONAL !!!! Que o sangue de cada fdp coxinha pague a desgraça que plantaram sobre o Brasil !!!!

  2. Antonio Silva disse:

    Se corresse sangue nas veias de eletricitários….
    Centenas de torres seriam detonadas .
    Já que o povo não reage contra os bandidos golpistas, então que fiquem na escuridão

  3. Leon disse:

    Energia , Agua, Telecomunicações tem que ser estatais com tarifas que permitem o desenvolvimento do pais. O continente europeu só se desenvolveu pois seu setor de utilidades estatal fornecia serviços básicos a preços baixos à população e a suas indústrias.
    Infraestrutura é questão se segurança nacional. Privatização gera pobreza.
    Não a privatizações.!!!!!!!!!!!!
    Fora temer, Fora Parente, Fora quadrilha. Fora PMDB/PSDB

  4. Márcio Martins disse:

    O tal de raimisson costa falando da CEMIG…será que é mineiro? Sempre fui bem atendido por esta empresa pública de Minas…tenho medo é que seja privatizada, isto sim. Aécio até tentou de forma enviesada, mas parece que deu chabu.

  5. José Ademar disse:

    Então quer dizer que o governo do tal povo sofrido,enganado,que não aguentava mais tanta corrupção(agora acabou,não existe mais no Brasil),o governo do pessoal do Brasil novo,da Lava Jato-Farsa Jato e etc,não vai mais poder usar ar condicionado para dormir pelo menos e ter uma qualidade de vida podemos dizer que razoável para não dizer ruim.

    Me refiro a sempre cara energia elétrica para o Norte,Nordeste,Minas Gerais,Rio de Janeiro,Espírito Santo,Goiás,Mato Grosso.Esses locais todo mundo precisa de ar condicionado,enquanto o pessoal de São Paulo,Sul do Brasil e Mato Grosso do Sul precisam no máximo de chuveiro quente e nada mais.

    Espero que como o Brasil graças aos oligarcas de São Paulo como mídia,empresários,setores da sociedade podre e não por nós da outra parte do Brasil,o país já está dívido mesmo entre São Paulo,Paraná,Santa Catarina e Rio Grande do Sul x Minas Gerais,Rio de Janeiro, Nordeste,Norte e Cento Oeste um pedaço para cada lado,sendo que a relação é de ódio mesmo principalmente entre São Paulo,Paraná e Santa Catarina x Rio de Janeiro,Nordeste e Norte com Minas Gerais não morrendo de amores por São Paulo,espero que por exemplo,na próxima campanha presidencial a discussão sobre preço de energia elétrica para quem precisa de mais ar condicionado em casa e em transporte coletivo faça parte da agenda.Não é justo que quem tem frio e outono pague menos energia que outras regiões mais necessitadas do Brasil.São Paulo,por exemplo,uma casa com 4 pessoas pagando 120,00 de luz e um morador do Mato Grosso,Piauí,Amazonas,Pará e etc,pagando 1.200,00 reais de luz,porque se fizer gato vai para a cadeia.

    Esse crime precisa ser revisto pelos candidatos ano que vem,já que faz parte também da desigualdade regional.

  6. Hugo Diniz disse:

    Enquanto isto a França e a Alemanha, estão retomando as empresas públicas, que foram doadas para iniciativa privada, por incompetência, das ditas arapucas
    privadas. e o bananal sempre do contra. e povinho de merda e covarde mesmo, vamos pagar a energia com 600% de aumento como os argentinos, aí quem sabe
    o povinho acorda, ou dorme no escuro de vez.

    • augusto2 disse:

      Tem total razão, hugo.
      Se fizerem isso mesmo, e infelizmente estão no caminho próximo pra isso, vai demorar 15 ou 20 anos para o burraldo classe média descobrir que privatizaçao dos setores chave e estrategicos como energia, é a maior ESTUPIDEZ economica que pode ser feita.
      E até la as multis que hoje comandam essa ideologia barata, ja serão outras, com sede em Xangai e Beijing, se é que o sistema nao estará então implodido mundialmente.
      Ah, e o Kwh vai ser commodity – mudar de preço tres vezes por semana…

  7. Bruno disse:

    Canalhas!
    Isto é questão de soberania nacional. A Eletrobras tem sido usada ha muito tempo como meio de garantir energia eletrica para todos os cantos do país. Deixar na mão de empresas estrangeiras que, ao menor sinal de crise, pedem socorro ao Estado ou abandonam seus ativos quando o investimento ja se pagou é pedir para voltar ao racionamento.
    A Eletrobras tem problemas, mas matar a vaca não é solução para a abacar com os carrapatos.

  8. Gilbert disse:

    “A DMAE (empresa de água e esgoto de Porto Alegre) é mais uma da lista de serviços públicos brasileiros que pode parar na mão da iniciativa privada.

    Pela lógica dos tempos atuais, faz sentido.

    A empresa é bem gerida, tem um desempenho exemplar e está prontinha para dar lucro a algum empresário.

    “É uma das melhores empresas de água e saneamento do mundo”, diz o canadense David McDonald, fundador do Projeto de Serviços Municipais, uma rede de pesquisa que reúne acadêmicos de diversos países para analisar o desempenho das empresas públicas nos setores de eletricidade, saúde, água e saneamento básico — e estudar as consequências das privatizações nesses setores, especialmente na África, na Ásia e na América Latina.”

    http://www.viomundo.com.br/entrevistas/sob-a-inspiracao-de-paris-e-berlim-europeus-tambem-retomam-servicos-publicos-que-haviam-sido-privatizados.html

  9. Maria disse:

    Eles vão queimar o que puderem. O que não conseguirem, vão destruir. O plano é inviabilizar o país, tornando-o um zumbi.

  10. Bob disse:

    O que está acontecendo com o povo brasileiro ? Estamos tomando água do … lavado ? Tantas arbitrariedades acontecendo e o Brasil calado, silente e anestesiado esperando um salvador que não virá. Só a mobilização em massa pode frear o ímpeto golpista, nada além de uma demonstração de força para mandar esse projeto ultra mega neoliberal para o inferno, aquela mesma ponte que temer queria para o Brasil. Não podemos admitir que a riqueza brasileira vá para a mão de poucos. O Brasil é para os brasileiros e não para meia dúzia de escroques aproveitadores. Disseram que quando Itaipú estivesse integralizada ( paga ) a energia seria mais barata para o consumidor, uma falácia, um engodo. Agora depois de anos financiando o sistema com impostos públicos querem passar a chave do cofre para os abutres. A mesma velha história se repetindo. Socializar os prejuízos e privatizar os lucros. Não podemos deixar um governo espúrio e ilegítimo, fruto de um golpe infame aplique todo tipo de vilezas e consiga, sem a menor resistência, submeter 200 milhões de almas a uma política de terra arrasada, ao embotamento dos nossos mais caros sonhos e ao retrocesso social. São esses párias, verdadeiros traidores da pátria que estão a dilapidar um país. Somente uma resposta a altura da insidia entreguista poderá deter a sanha imperialista.

  11. Fabiano disse:

    Rapaz. Cada gestor, politico ou membro do judiciário que participar desse estupro contra o Brasil. Vai pagar. Na medida de sua culpabilidade. Acho inclusive….que por atentar contra a integração nacional e contra a nossa soberania a pena a aplicar deverá ser a capital. Digo isso para que futuros aventureiros não mais se atrevam a mexer nesse ponto. Temer…Serra…e o Ministro da pasta seriam os primeiros.

  12. Giordano disse:

    Pena que somos um povo violento no varejo, nas chacinas, nas brigas de trânsito, brigas de bar, priincipalmente contra os mais fragilisados dentro e fora de casa. Na hora de defender o que por direto nos pertence, preservando o que custou tempo, trabalho e decisão política, não sabemos reagir. Dá saudade de Darcy Ribeiro.

  13. Nelson Soares da Fonseca disse:

    A Eletrobras é só o começo. Atras dela vem a CEMIG, o desmonte da Petrobras, que foi iniciado pelo FHC e barrado nos governos seguintes, etc. Tá feia a coisa.

  14. Lula disse:

    Só quem não gosta de trabalhar e contra privatização.

    • Ulan Bator disse:

      Pelo jeito , além de não trabalhar , você também não gosta de estudar, sequer aprendeu a escrever, ler então é um luxo pra celerados da tua laia.

  15. FABIO MELLO disse:

    Este projeto não tem aprovação das urnas.

    Quando o povo vai acordar e parar o país?

  16. marieta disse:

    “YES, NÓS TEMOS BANANA. SAMBA ENREDO composto em 1988 por João Carlos Grilo, Ricardo Goes, Ronaldo Soares e Sérgio Fernandes e serviu de hino para o carnaval de 1989 da escola de samba carioca São Clemente (Wikipédia).
    “Temos banana. Banana pra dar e vender. Banana menina, tem vitamina, engorda e faz crescer.”Isso em 1988, hoje os atrevidos , a deputataiada, senadores, presidente, além de levar nossas bananas também consomem nossas divisas.

    Muitos anos se passaram e a ratazana enlouquecida que nos assaltam a Democracia descobriram que o Brasil precisava voltar à condição de colônia . Latrina do mundo, onde além de levar nossas riquezas os abutres aqui deixam os despojos do que um dia foi uma grande Nação em busca de crescimento e desenvolvimento . Entregam sem limites o território brasileiro e em troca nos impõe um pais de miséria, doenças, fome. Uma grande colônia que entrega a mercenários nossas terras, nossas águas, nosso espaço aéreo, etc. O povo trabalhador, transformado em escravo. De norte a sul dilapidação generalizada de nossas potencialidades. Continuam exterminando nossos índios, População negra, LGBT. Desvalidos do mínimo de sobrevivência , sendo maltratados nas vias públicas do nosso país e a sociedade, poderes constituiidos, assistindo a tudo tal qual aconteceu na Alemanha nazista. Em nome de dias melhores, mata-se os pobres para sobrar mais para os ricos. Nossos filhos ficando sem nenhuma garantia de estudo, trabalho. Nem mesmo um salário digno foi preservado. A turma que nos assalta a soberania são mercenários da pior espécie. Nossas leis desrespeitadas. Será que ninguém vê que uma Alemanha nazista se recria bem aqui em nossas terras? Estão promovendo genocídio do povo brasileiro. Sadicamente, gota a gota. É o caos.

  17. jose magno disse:

    Será bom quando os quarteis e instalações militares ficarem sem energia quando as contas não forem pagas. Aí sim, eles dariam mais valor aos bens públicos.

  18. J. Maranhão disse:

    O estado e seus aparatos civil , militar, educacional, prefeituras, governos de estados, universidades, empresas públicas, hospitais públicos são grandes consumidores de energia, assim como de outros serviços básicos.
    A privatização destes setores vai inviabilizar o próprio estado brasileiro. Sem contar no prejuízo para toda a população. Prejuízos também para pequenos e médios empresas e indústrias.
    Um absurdo total.

  19. augusto2 disse:

    Ja sabemos o que vai acontecer no setor cinco anos depois, dez anos.
    Mas quanto ao proprio processo da privatizaçao, sao os mesmos caras, a mesma globo promovendo , a mesma situaçao apenas HOJE com o LEILOEIRO GOVERNAMENTAL está com o chapeu na mão e as calças furadas…
    então pergunta-se:
    nos anos 90 a venda foi CORRUPTA, facilitada com dinheiro do BNDES, e os valores míseros – voce acha que hoje vai ser diferente?
    O boneco americano que gorjeia em curitiba nem vai prestar atenção.

  20. Frank disse:

    Enquanto isso aqui na Bahia

    Bahia investe R$ 1,03 bi no primeiro semestre e fica atrás apenas de SP

    O Governo do Estado investiu R$ 1,03 bilhão no primeiro semestre de 2017, mantendo a segunda posição entre os estados brasileiros no que diz respeito ao valor total gasto com obras e ações estruturantes, atrás apenas de São Paulo. As posições são as mesmas registradas no período de janeiro a abril, mas é importante lembrar que o investimento baiano é mais significativo que o paulista, que somou R$ 2,29 bilhões, em termos de proporção dos respectivos orçamentos estaduais.
    São exemplos de investimentos do Estado no período as obras de expansão do metrô de Salvador, que deve chegar até setembro à estação Mussurunga na Avenida Paralela, as vias estruturantes como as avenidas 29 de março e Gal Costa, os novos hospitais regionais da Chapada e do Cacau, a rede de policlínicas no interior, a construção e a recuperação de estradas, a construção de barragens e outras obras de segurança hídrica, a construção e a recuperação de escolas.

    “Quando o governo decide enfrentar os problemas com seriedade e trabalho, o resultado aparece. E é isso que estamos fazendo aqui na Bahia, buscando equilibrar as despesas, ampliar a arrecadação com ações eficientes, e investir cada vez mais em obras que tragam qualidade de vida para a população e amplie a oferta de empregos. Estamos, com isso, gerando um ambiente propício ao investimento privado”, afirmou o governador Rui Costa.

    Em 2016, a Bahia já havia sido responsável pelo maior investimento do país como proporção da despesa, lembra o secretário da Fazenda do Estado, Manoel Vitório. Ele observa que essa capacidade para investir, conseguida graças ao equilíbrio das contas públicas, constitui um forte estímulo para a economia baiana no atual cenário de crise econômica prolongada. “A manutenção do ritmo de investimentos contribui para o enfrentamento da crise ao promover a geração de emprego e renda na capital e no interior”, afirma.

    O equilíbrio fiscal, explica Vitório, é fruto da contenção de gastos e do esforço do fisco estadual para incrementar a arrecadação própria, e vem permitindo também que o Estado continue pagando rigorosamente em dia os salários dos servidores, honrando os compromissos com fornecedores e mantendo a dívida sob controle.

    Endividamento melhorou

    A relação entre Dívida Consolidada Líquida (DCL) e Receita Corrente Líquida (RCL) vem melhorando: estava em 0,56 em dezembro de 2016, e terminou o primeiro semestre em 0,51. A Bahia segue, assim, com um perfil de endividamento bem mais ajustado que o dos grandes estados brasileiros. As dívidas de Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro estão acima de duas vezes a receita, ultrapassando o limite fixado na legislação, e São Paulo e Minas Gerais permanecem próximos deste patamar.

    Os investimentos públicos do Estado, explicou o secretário, têm sido realizados justamente com recursos de operações de crédito, incluindo superávits de operações contratadas em exercícios anteriores, e ainda com receitas próprias. “Temos conduzido uma política responsável de endividamento e a nossa dívida é uma das mais baixas do país, equivalente à metade da receita corrente líquida, o que nos proporciona margem de crédito para dar continuidade ao programa de investimentos”, afirma.

    Arrecadação e transferências

    A receita proveniente da arrecadação tributária fechou o semestre com alta de 5,98%, pouco acima da inflação do período, mas mantendo a boa performance das receitas próprias nos últimos anos. O secretário Manoel Vitório ressalta o contraste deste indicador com as transferências da União: enquanto a arrecadação dos impostos estaduais permaneceu, ao longo de 2016, próxima da inflação, o que ajudou o Estado a manter as contas em dia no auge da crise, as transferências da União tiveram suas previsões frustradas ao longo de quase todo o ano, só voltando a se recuperar nos meses finais graças às receitas extraordinárias provenientes da repatriação de recursos do exterior.

    A Bahia já havia deixado de receber cerca de R$ 1,05 bilhão do Fundo de Participação dos Estados (FPE) entre 2012 e 2015. O valor equivale ao que teria sido repassado se o crescimento do FPE no período tivesse mantido ritmo similar ao da arrecadação própria do Estado.

  21. Gilbert disse:

    E os sindicatos de todas as categorias so’ assistindo…cadê a greve geral prometida pela CUT para Agosto/2017?!

  22. Gilbert disse:

    Trabalhadores da Argentina em protesto contra reforma trabalhista proposta por Macri.

    (…)

    “Um dos porta-vozes do ato, Juan Carlos Schmid, anunciou que esta união das centrais consolida a luta dos trabalhadores frente aos “atropelos” propostos pelo presidente. “Somos nós, os trabalhadores, que forjamos a nação, somos o cimento para o edifício grande que é o país, e isso depende unicamente de nós”, afirmou.

    Segundo ele, os trabalhadores tomaram consciência das medidas de austeridade do presidente estão dispostos a colocar “o país de pernas pro ar quantas vezes seja necessário” para mostrar a força da classe. ”

    (…)

    http://www.m.vermelho.org.br/noticia/301009-1

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