Sanders: saúde e educação públicas. Será que em inglês os coxinhas entendem? Assista

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Fechada a apuração em New Hampshire, os números dão ideia da “onda” pró-Bernie Sanders que vai se formando nos Estados Unidos: 60,4% contra 38% de Hillary Clinton. Mais impressionante é que Sanders venceu em quase todos os distritos onde aconteceram primárias (marcados em verde), deixando apenas quatro vitórias, e magras, para Hillary.

Sanders continua sendo um outsider, porque a máquina partidária e o stablishment vão se mover contra ele. Mesmo com a expressiva vitória, os “superdelegados” democratas – oito – ainda deixam Hillary na frente o estado, eleitoralmente muito pequeno.

Mas Sanders já virou um “perigo” que acendeu todas as luzes vermelhas na cúpula dos Democratas.

Um pesquisa feita pelo The New York Times entre os eleitores que deixavam as prévias de New Hampshire apontou uma vitória acachapante de Sanders entre os eleitores mais jovens ( 83 a 16%) e uma vantagem muito consistente, de dois para um, entre os que têm entre 30 e 44 anos. Clinton só liderou ( por 54 a 45% das opções) entre os eleitores democratas com mais de 65 anos.

Quase três quartos dos eleitores disseram que são as propostas, mais que a liderança ou as qualidades pessoais do candidato que definiram seu voto e, entre estes, Sanders tem 67%, contra 32% de Hillary Clinton.

Talvez porque Sanders, um homem de 74 anos, tenha propostas exatamente ao contrário do que o jovem coxocolunista da Folha, Kim Kataguiri, que acha que saúde e educação devem ser essencialmente privadas, com uns tickets-migalha para os miseráveis, no máximo.

Assista só…

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