Pesquisa Vox confirma impopularidade e pessimismo com Temer

voxtemer

Pesquisa Vox Populi realizada esta semana (27 e 28 de abril) confirma o que a simples sensibilidade nos diz.

Só 11% dos brasileiros acham que Temer assumir a Presidência é o melhor para o país. Metade dos 21% que preferiam que Dilma continuasse. A grande maioria (61%) preferiria novas eleições.

Portanto, confirmando-se o esbulho de poder por Temer, não será exagero dizer que 82% não acham que isso seja o melhor para o Brasil.

É grande  também o pessimismo quanto ao que vai acontecer, se isso se consumar.

Só um em quatro brasileiros (25%) acha que o país vai melhorar.

Mais ou menos o mesmo que os 26% que pensam que haverá menos desemprego. Outros 29% acham que vai piorar e  36% acham que vai ficar igual. Isto é, muito ruim, como estamos.

Os programas sociais e os direitos trabalhistas, mesmo com as hipócritas negativas de que  serão mantidos, também não levar na cabeça. Respectivamente, 34% e 32% acham que vão encolher, contra 19 e 21% que se iludem com uma eventual melhoria.

O discurso de que não há golpe, que conta com toda a mídia e os pipoqueiros do Supremo não consegue convencer mais que 52% dos brasileiros e, embora 59% apóiem o impedimento de Dilma, 66% acham que não é essa a saída para o país.

Claro que sção resultados viciados por uma mídia unanimemente “impeachmista”, mas revelam que o nosso povo está não com uma pulga, mas com um elefante atrás da orelha, de tão desconfiado com a turma que vem aí.

A pesquisa está aqui, na íntegra.

 

 

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25 Respostas

  1. Italo disse:

    Como é que a Globo vai fazer, com essa rejeição ao seu projeto de governo, campanha de legitimação do ‘futuro governo Temer’?

  2. Gronba disse:

    Vejam o que encontrei no site do PPS, mais rico que quer “salvar o brasil”, ou seja, mais uma pinguela para o passado. Não duvido nada esse cara virar ministro da fazenda.
    É assim que eles trabalham, querem que o povo se foda.

    “O Brasil enfrenta uma grave crise, com forte recessão e redução do seu crescimento potencial. A reversão dessa crise exige reação urgente, com adoção de medidas para reequilibrar as contas públicas e aumentar a eficiência na economia.
    A Constituição e leis subsequentes geraram forte rigidez orçamentária e expansão contínua das despesas. É crucial reduzir essa rigidez e desvincular as receitas da União, dotando o Legislativo e o Executivo de poderes para alocar os recursos conforme suas prioridades. Do mesmo modo, é preciso limitar a alta das despesas, tanto discricionárias como, principalmente, obrigatórias, em particular daquelas com forte expansão nos últimos anos.
    A discussão mais relevante refere-se à Previdência Social, cujo desequilíbrio foi gerado pela concessão de benefícios incompatíveis com a realidade. É premente reduzir o déficit atual, que supera 2% do PIB e tende a crescer muito nos próximos anos. A reversão desse déficit exigirá aprovação de uma reforma previdenciária que precisa incluir: 1- unificação de regras para funcionários públicos e trabalhadores do setor privado, tanto rurais quanto urbanos; 2- estabelecimento de uma idade mínima para a aposentadoria de, ao menos, 65 anos para os setores público e privado, com equiparação das regras para mulheres e homens; 3- adoção de uma regra de transição que estenda, proporcionalmente, a idade para a aposentadoria dos atuais trabalhadores; e 4- desvinculação do aumento dos benefícios de seguridade social do reajuste do salário mínimo.
    As regras pouco flexíveis no mercado de trabalho e os custos elevados associados à manutenção do emprego têm contribuído para a rápida elevação do desemprego. Várias medidas atenuariam essa tendência, entre as quais: 1- negociação direta entre empresas e funcionários, sem a necessidade de aprovação dos sindicatos; 2- maior flexibilidade nos contratos de terceirização; 3- nova regra de reajuste do salário mínimo, compatível com a expansão da produtividade do trabalho; 4- eliminação do imposto sindical e 5- rediscussão do papel do FGTS.
    A alta complexidade do atual sistema tributário reduz a eficiência da economia. Como forma de reequilibrar, minimamente, a estrutura tributária, seria necessário: 1- aprovar a nova legislação do ICMS; 2- simplificar a legislação do PIS/Cofins; 3- diminuir as renúncias tributárias, que alcançam mais de 4% do PIB ao ano; 4- reduzir os subsídios concedidos pelo BNDES e 5- o Congresso rejeitar a ampliação do Simples Nacional.
    Tenho argumentado neste espaço que a alta de impostos (e.g., CPMF) seria desfavorável para a recuperação dos investimentos e do consumo das famílias. Apesar disso, a forte deterioração fiscal dos últimos trimestres e o tempo de tramitação das medidas aqui discutidas talvez exijam que haja elevação temporária de impostos para imediata redução do déficit primário. Além do maior corte de despesas discricionárias, seriam necessárias: 1- reintrodução temporária da CPMF, cuja arrecadação com alíquota de 0,38% geraria mais de 1,5% do PIB – apesar dos seus claros defeitos, alternativas, como o aumento da Cide, que exigiria alta de preços de combustíveis de cerca de 50% para gerar arrecadação similar à da CPMF, são impraticáveis; 2- mudança na legislação sobre juros sobre capital próprio; 3- elevação das alíquotas do IRPF para as faixas de maior renda ou redução dos abatimentos (e.g., despesas médicas) e 4- ampliação do imposto de renda sobre empresas unipessoais e sobre dividendos recebidos por funcionários.
    Várias instituições atestam que as condições de negócios no país são frágeis. Esse cenário mudaria com a adoção de ações como: 1-aceleração e ampliação da privatização e das concessões de serviços públicos; 2- alteração do modelo de partilha na exploração de petróleo; 3- atração de empresas de infraestrutura estrangeiras; 4- reversão das regras de conteúdo nacional; 5- fortalecimento da estrutura regulatória e 6- ampliação de acordos bilaterais. Além disso, é preciso elevar a eficiência do setor público com medidas como: a redução do número de ministérios; a concessão de autonomia formal para o Banco Central; e a definição de plano de cargos e salários para todo o setor público, com corte do número de cargos comissionados.
    O expressivo declínio das receitas fiscais tem gerado crise financeira nos Estados e municípios. A dificuldade desses entes federativos em promover um ajuste imediato em seus gastos exigirá, provavelmente, interrupção temporária do pagamento de juros e amortização de suas dívidas com a União. A aprovação desse benefício precisaria ter como contrapartida o corte de gastos com funcionalismo, a elevação da contribuição previdenciária do funcionalismo ativo e inativo, a diminuição de despesas discricionárias e a privatização de empresas públicas.
    A maioria dessas ações demandará aprovação do Congresso, em alguns casos por maioria constitucional. Isso exigirá forte liderança do governo para convencer os congressistas sobre a urgência na votação dessas medidas. Apesar da situação dramática, muitos julgam que não será possível construir uma base política sólida o suficiente para a aprovação dessas ações, ainda mais em um ano eleitoral. Argumentam, ainda, que a sociedade não apoiaria o ajuste, uma vez que as medidas, por cortarem privilégios e benefícios julgados garantidos, reduziriam de imediato a renda disponível.
    Não há como negar o enorme desafio de aprovar muitas das ações necessárias para ajustar as contas públicas e reverter as expectativas; porém, não há outra solução. A contribuição de todos será necessária, mais cedo ou mais tarde. Assim, apesar dessas dificuldades, com a forte determinação do Executivo, é possível construir uma ampla maioria no Congresso para aprovar as medidas necessárias para a retomada da atividade. O Brasil não precisa esperar 2019. (Valor Econômico – 27/04/2016)
    Nilson Teixeira, economista-chefe do Credit-Suisse, é Ph.D. em economia pela Universidade da Pensilvânia e escreve mensalmente neste espaço.”

  3. Alisson Souza disse:

    Temer fará o que é preciso. Natural desânimo de um povo acostumado com o populismo. Nosso povo precisa acordar e parar de querer depender de benesses governamentais. A saída está na livre iniciativa privada, no capitalismo, no estado mínimo.

    • Johnny disse:

      Se o povo não deve depender de benesses governamentais, qual a razão dos nossos empresários dependem tanto dos incentivos fiscais/benesses por parte do Estado?

      Cadê a competência que dizem ter?
      Não pode haver uma empresa estrangeira entrar no País que correm as pressas pedindo ajuda governamental. É assim que querem se tornar competitivos?

      Se o governo ajudar pobre é ser populista e quando se ajuda nossos empresários via renuncia fiscal e aportes do recursos via bancos oficiais com juros subsidiado que nome que se dá pra isso?

    • Danilo Stinghen disse:

      Natural que todo golpista tenha seu fã-clube, sua torcida organizada, suas Marias chuteiras

  4. Rui disse:

    No novo governo, o programa Minha Casa Minha Vida será substituido por um outro chamado Minha Câmara Minha Vida, onde as negociações rolam soltas , sempre com lucro fácil para os 367 picaretas que apoiaram o golpe, sob o comando do chefe mor Sir. Eduardo. O Balcão de negócios continuará detonando a imensa nação brasileira. Vamos em frente. Muitas surpresas ainda teremos. Aguardem os próximos capítulos.

  5. Messias Franca de Macedo disse:

    ANTES DO PANAMÁ, DORIA DISSE QUE PEDIRIA A MORO PARA ADIAR PRISÃO DE LULA

    Dono de uma offshore usada para ocultar a compra de um imóvel em Miami, o empresário João Doria Júnior, escolhido por Geraldo Alckmin para disputar a prefeitura de São Paulo, chegou a dizer que pediria ao juiz Sergio Moro para adiar a prisão de Lula, quando soube que o ex-presidente faria campanha por Fernando Haddad; “É meu sonho de consumo o Lula aqui para defender o Fernando Haddad, mas tem que ser antes de ser preso. Vamos até pedir ao Moro para adiar essa prisão”, afirmou; curiosamente, Doria foi cliente da Mossack & Fonseca, empresa do Panamá alvo de uma fase da Lava Jato relacionada ao famoso “triplex do Guarujá”; agora é Doria, que já pode ser considerado ex-candidato do PSDB à prefeitura, que terá de dar explicações, o que evidencia a fragilidade do moralismo tucano

    30 DE ABRIL DE 2016 ÀS 20:42

    (…)

    FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/229299/Antes-do-Panam%C3%A1-Doria-disse-que-pediria-a-Moro-para-adiar-pris%C3%A3o-de-Lula.htm

    • Messias Franca de Macedo disse:

      Viu, sacana almofadinha vigarista DEMoTucano?

      Cadeia neste cupincha do congênere [mega]corrupto Geraldo Alckmin!…

      • Messias Franca de Macedo disse:

        … Justiça criminosa que mantém em prisão perpétua – sem provas de cometimento de delitos – o José Dirceu e o João Vaccari Neto!
        Justiça criminosa da IMUNDA Casa Grande &$ da plutocracia genocida!
        Canalhas sacripantas!
        Somente uma guerra civil!…

    • Tomás disse:

      Esta sensação de cumplicidade entre os corruptos e a Lava Jato não vem por acaso. Está enraizada no objetivo comum de dar o golpe de estado. Só tolo ainda acredita que a Lava Jato tinha objetivo de limpar o país da corrupção. Este objetivo era apenas a escada para o objetivo mais profundo, do golpe e da destruição da economia nacional. Se Doria falou que ia pedir a seu amigo este favor, ele sabia muito bem o que estava dizendo.

  6. iSKRA disse:

    Fernando.
    Essa é a pesquisa mais confusa que já vi em se tratando do VOX, parece que ela explicita uma dura verdade – o POVO brasileiro é de um analfabetismo político que deixa até São Francisco de Assis pessimista. 59% apoiam o impedimento mas 62 % rejeitam Temer presidente ??? Alguém tem que ensinar pra esses idiotas que não existe varinha de condão, se Dilma sai , Temer entra e ponto.
    Ou essa pesquisa foi feita somente com esquizofrênicos em crise ??? Ou só perguntaram aos coxinhas da Paulista ??
    O nível de burrice é absurdo.
    Um povo desse nasceu pra escravidão meu camarada, PQP.
    Sinceramente, depois dessa pesquisa já estou achando até o Temer acima do que merece os brasileiros, eles precisariam era de um Malafaia presidente.

    • Tomás disse:

      O povo (de classe média) está desnorteado e não sabe para onde está sendo levando, embora tenha dado total confiança em quem os está levando. A Globo pediu, eles assim fizeram. Mesmo caindo no abismo, eles ainda acharão que estão no caminho certo e responderão que não estão caindo. Daí as desencontradas respostas, naturalmente confusas para quem está sendo habilmente ludibriado. Só a fé pura e cega está a mover agora os coxinhas.

      • Vitor disse:

        Se essa pesquisa for séria, o % de coxinhas (classe média tradicional) deveria ser bem baixo, insuficiente para influenciar o resultado desta maneira. O Brasil é um país de gente pobre, meu caro. Basta umas consultas no IBGE…

  7. Ronaldo Braga disse:

    Centenas de manifestantes invadem Congresso do Iraque

    “Todos os ministros devem ser mudados, espero que a nação comece uma revolução contra a corrupção”, afirmou Sadr, que é uma das principais personalidades políticas do Iraque, embora não tenha cargos no governo.

    http://m.jb.com.br/internacional/noticias/2016/04/30/centenas-de-manifestantes-invadem-congresso-do-iraque/

    Aí está um exemplo do que devemos fazer aqui no Brasil.

  8. Messias Franca de Macedo disse:

    Mais da quadrilha que tenta tomar de assalto o Brasil

    Quem quiser que confie neste cínico &$ descomprendido &$ desavergonhado “relator”!…

    https://sacimula.files.wordpress.com/2013/12/aa_aeciomedalhapabarbosa.jpg

  9. Messias Franca de Macedo disse:

    errata:

    … &$ descompreendido &$…

  10. Messias Franca de Macedo disse:

    [Da Série ‘[mega]escândalos retrô da DEMoTucanalha’]

    Em 2002, FHC salvou a Globo Cabo da falência

    01 de novembro de 2015

    Senhora Corrupção

    Em 2002, FHC salvou a Globo Cabo da falência

    (…)
    O BNDES pode anunciar nos próximos dias uma operação financeira para capitalizar a Globo Cabo, a maior empresa de TV por assinatura do país, controlada pelas Organizações Globo. A operação foi revelada pela Folha no sábado e pode chegar a R$ 1 bilhão.
    Não se trata da única operação em estudo ou andamento entre um banco oficial e o grupo empresarial carioca. O Banco do Brasil também avalia sua participação no refinanciamento da dívida das Organizações Globo. A Folha apurou que a operação poderá alcançar a cifra de R$ 2 bilhões.
    (…)
    De acordo com o que a Folha apurou, a Globo já discute o refinanciamento da dívida há cerca de dois meses. Foi com o objetivo de dar prioridade à reestruturação financeira do grupo que as Organizações Globo contrataram o economista Henri Philippe Reichstul, presidente da Petrobras até o começo deste ano.
    No comando da estatal do petróleo, Reichstul foi o responsável por organizar grandes e bem-sucedidos lançamentos de títulos -captação de empréstimos- da Petrobras. A Globopar é a empresa que centraliza os investimentos das Organizações Globo em setores como telecomunicações, TV paga, internet, gravadoras e editoras.
    A frente BNDES
    (…)

    FONTE: http://nossapolitica.net/2015/11/fhc-salvou-a-globo-cabo-falencia/
    Conteúdo, pasme, Folha de São Paulo

  11. Messias Franca de Macedo disse:

    Vídeo: os protestos do Povo Sem Medo

    https://www.facebook.com/OCafezinho/videos/1096749283681537/

  12. Messias Franca de Macedo disse:

    CPI do golpe nazista, caras &$ bocas

    https://www.facebook.com/jornalistaslivres/videos/363581607099056/

  13. Tomás disse:

    A FIESP continua impávida, montada no seu pato e com uma espada ao alto, bradando ao resto do país vencido a seus pés: Avante, Temer! Avante Cunha!

  14. Vitor disse:

    A economia ainda vai piorar antes de melhorar. Pode ser a Dilma, o Lula ou Temer ou o Papa na presidência. O resultado de curto prazo vai mudar muito pouco…

  15. felipe vicente disse:

    EU ACHO QUE É PRECISO CONFIRMAR LOGO SE O TEMER VAI OU NÃO PODER NOMEAR NOVOS MINISTROS
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