O silêncio nada inocente e a mentira descarada

choveu

A imprensa brasileira tem capacidade de apurar tudo, quando quer.

E não se sente no dever de fazer isso quando acha que “não vem ao caso”.

Há, porém, exceções em alguns casos. E nenhuma, em outros.

Este blog duvidou da informação distribuída pela Globo de que o “Divã” do Faustão com a exibição de Luciano Huck teria sido gravado no longínquo 11 de novembro, antes de que o apresentador tivesse, publicamente, negado ser candidato à Presidência.

Hoje, o Painel da Folha levanta dúvidas sobre isso, informando que Faustão se refere ao artigo de Huck “desistindo” da disputa, que só foi publicado dia 17/11.

É pior, muito pior.

É uma mentira descarada, e se você olhar o vídeo oficial, da própria emissora, verá que a “entrevista” se inicia com uma pergunta sobre se choveu ou não no reveillon e qual dos filhos deu mais trabalho na festa. Huck chega a falar em estar no palco “nos primeiros dias de 2018”.

É evidente que o programa é recente, tão evidente quanto ter sido autorizado – ou determinado – pela direção da emissora.

Mas ninguém vai pedir explicações, como ninguém foi indagar desde quando e quanto Luciano Huck recebe de publicidade da Petrobras para apresentar um merchandising da empresa em seu programa, como se divulgou aqui.

Não é do interesse público, já que a empresa é pública e Huck se tornou um personagem público e político?

Mas se faz o silêncio, nada inocente.

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44 Respostas

  1. Corba disse:

    Fascinante.

  2. renato arthur disse:

    A mídia e o judiciário seriam fontes inesgotável se alguém desejasse escrever um tratado sobre a Mentira. A Globonews e os jornalões de cada 10 palavras 11 são inverdades ou acobertamento da realidade do que ocorre no Brasil. Desde que o PT assumiu a presidência, uma campanha sórdida e continua por parte da imprensa se tornou rotina, com toda a espécie de canalhice que um ser humano possa imaginar. Após o golpe caímos no atoleiro e eles passaram a sofismar, a imaginar argumentos para defender um governo ilegal, crápula e imoral , agora na ânsia de encontrar um candidato tentam vender esse Huck , com a Globo mentindo, como sempre e fazendo papel de moralista como é seu costume, para enganar trouxas.

  3. beth disse:

    O Huck já era. Bolsomico já micou de vez ontem, caso ainda restasse alguma dúvida. Bastou a Folha botar dois repórteres para uma cobertura superficial da vida do sujeito e já apareceram não apenas os primeiros podres como os seus cascos pontudos batendo na repórter, como bem comparou o Brito. Se insistir no Huck, a Globo vai perder essa eleição. Mais uma…Merval vai tomar antiácido em doses cavalares porque eles curtem tucanos, é claro, mas pegaram o gostinho dos trogloditas tipo Huck e Meirelles.
    Huck, aquele que montou camarote de ricos na Copa só para insultar com palavrões, em público, a presidenta Dilma. E Meirelles, o serviçal de banqueiros que está fazendo com a nossa economia aquilo que Átila o Huno fazia nos povoados que invadia.

    • Valdir MG disse:

      bem lembrado Beth, este canalha Hulck num camarote do Itau, no maracanã, mandado a Dilma tomar no c… e outra este moleque ainda “vendia” mulheres brasileiras aos gringos (prostituição explícita) e a academia dele sendo local de lavagem de dinheiro de aécio e Aciioly. Sabe o que tinha que este cafajeste será Presidente do Brasil NUNCA.

  4. Guilherme disse:

    Uma pergunta aos evangélicos fanáticos: vocês votariam num sujeito que tinha um programa chamado “caldeirão” (uma referência satanista) e que destruía os “valores tradicionais da família” com a Tiazinha e a Feiticeira? KKKKKKKK…

  5. jose magno disse:

    Essa peça dita judicial mas prece um processo politico de alguma CPMI. Na verdade o MPF fora de sua atribuição quer fazer um linchamento politico do governo LULA.Tudo isso são falácias sem nenhuma comprovação real ou documentação eficaz de confissões dos acusados recebendo e se beneficiando dos repasses desses recursos.

  6. Caríssimo CARLOS BRITO – Comparando o Brasil de 2002 e o de 2014, segundo as estatísticas e contra fatos não há argumentos, vê-se que o Brasil evoluiu em todos os níveis, seja econômico, social e mundialmente respeitado. O Sr. Carlos Souza, português, casado com uma brasileira e tem um filho brasileiro, foi agente do FBI por 22 anos, os últimos 4 anos trabalho no Brasil. Em 2004, concedeu uma entrevista à Carta Capital, onde lhe fora perguntado sobre a influência do FBI e a policia federal. Resposta do ex-agente: A policia Federal de vocês ou a nossa, porque nós compramos a policia federal, nós enviamos anualmente, 5 milçhões de dólares para ela. Entãso o repórter perguntou: E quanto a mídia: Respondeu: a mídia nós temos influência! Como assim? ela faz o que nos interessa, nós levamos todos os anos vários jornalistas para estágios nos EUA por nossa conta.
    Pois bem, segue abaixo um artigo recente de autoria de um PROMOTOR DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ, neste artigo o promotor faz um breve comentário sobre a referida entrevista do ex-agente do FBI. Veja:
    REPASSANDO:Como diria o contato americano do ex-Chefe do FBI no Brasil, quando este ponderava e apresentava dificuldades para cumprir uma determinada missão em nossas terras:
    Porra, isso aí é o Brasil! Just do it!

    Fuad Faraj é Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado do Paraná.

    Quinta-feira, 4 de Janeiro de 2018
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    Home » Artigos » Era uma vez um agente do FBI no Brasil
    Era uma vez um agente do FBI no Brasil
    Fuad FarajFuad Faraj
    Promotor de JustiçaSexta-feira, 9 de dezembro de 2016
    Era uma vez um agente do FBI no Brasil
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    Desenvolveram-se e muito as formas de exercício do poder mundial dos Estados Unidos da América. O seu instrumental de política externa é tão ilimitado quanto são ilimitadas as possibilidades do roteirista no desenvolvimento de uma série de Tv. E é a lógica da séries de televisão que explica o que hoje acontece com este Brasil, um Estado em crise permanente, crônica, a meio caminho do caos e da destruição, à mercê dos caprichos de um roteirista que consegue permanecer invisível a quase todos.

    Em priscas eras, aqui no quintal generoso da América, havia a doutrina Monroe e o Porrete de Theodore Roosevelt, tão idolatrado pelo eterno esquema de poder brasileiro que submete este país debaixo de uma canga desde 1500. Deve ser algum tipo de fetiche a proporcionar múltiplos orgasmos a essa gente. Hoje, fala-se em smart power, em cujo contexto uma jurisdição-espetáculo nos moldes do Morismo – bendito seja o seu nome – da República de Curitiba pode ser tão útil quanto uma série televisiva. Uma “Justiça,” uma jurisdição-espetáculo pautada por nossos poderosos e bilionários Barões da Mídia é o corolário lógico da jurisdição criminal plebiscitária de cunho cesarista. Uma de suas caractérísticas principais é a violação sistêmica e a subversão do Estado de Direito, assunto a ser tratado em outro capítulo. Pode servir de entorpecimento do senso crítico, de exaltação do senso comum e do maniqueísmo rasteiro para ereção de um instrumental de vendeta, constituindo um trivial entretenimento de massas, servido nos “noticiários” junto com o café da manhã, o almoço e o jantar, pois atende a um “consumidor de notícia” que constitui a maioria do público, ávido pelos eventos das editorias policiais de todos os veículos de comunicação.

    Há tempo se percebeu que as notícias mais lidas ou de maior repercussão e “audiência”eram as relacionadas a crimes. As editorias de política e justiça foram incrementadas com a editoria de polícia e os barões da mídia descobriram a pólvora e o caminho do poder e do dinheiro infinitos. Alguém a quem odiar, o bode da expiação, sangue e desgraça, ódio e vingança, seletivamente direcionados, são apetites inoculados, de tempos em tempos, noite e dia, por essa turma perversa que habita no Olimpo Cartel da Notícia. Esse malfeitores e seus escribas de aluguel detém o controle absoluto dos meios de produção de notícia em nosso país.

    Isso é um Poder e tanto que nenhum País que se queira íntegro e viável pode permitir. Não há paralelo nenhum no “mundo civilizado” que se possa comparar ao que acontece aqui. Por poder e dinheiro, estes gentis tiranos manipulam seres humanos como outrora Pavlov e sua velha e pioneira teoria dos comportamentos condicionados manipulavam ratos de laboratório. Em nossa história recente não houve governo em nosso país que não tenha se submetido, feito covarde acadelado, à lógica maligna deste modelo. Recursos públicos expressivos foram dados, por extorsão ou não, a esses bilionários barões da mídia, no que constitui uma das mais perversas corrupções que vitimou cada um de nós brasileiros e violou princípios constitucionais de moralidade e probidade administrativas, tudo feito debaixo do nariz daqueles que deveriam investigar, julgar e punir tais atrocidades.

    No exercício deste poder soft, inteligente, materializado numa jurisdição-espetáculo, infinitas possiblidades se apresentam. A Jurisdição-espetáculo pode dividir uma nação, quebrar um país, derrubar governos, ascender outros, favorecer ideologias em detrimento de outras, violar a literalidade e o sentido sistêmico das normas, arrogando-se em juízo de exceção, conspurcar interesses nacionais em favor da hegemonia de países estrangeiros, tiranizar as relações com os jurisdicionados, subverter o exercício do poder, fomentar o ódio e a intolerância e implantar o império da mais cruel iniquidade.

    Olhai, ó brasileiros, debaixo da aparência sã e virtuosa a horrenda e lúgubre face abominável destes tempos e perguntai: Cui Prodest? Cui Bono?

    O ideário de supremacia da América, a bem de seus interesses geopolíticos se faz de muitas formas. Neste contexto tudo é válido, do suborno à guerra, passando pela chantagem velada ou explícita. Possibilidades infinitas vos contemplam, ó brasileiros. A hegemonia americana revela-se até mesmo em sistemas de integração (eufemismo, no nosso caso, para subordinação de nós brasileiros) com outros países atráves de órgãos de investigação e de jurisdição criminal, o que me faz lembrar relevante episódio a que presenciei que calha aqui relembrar com uma antiga expressão exordial tão ao gosto de um contador de histórias feito Theodore Roosevelt, aclamado Profeta da República de Curitiba e do Morismo e um dos maiores intervencionistas do Império Americano. Era uma vez…

    Era uma vez um special agent do Federal Bureau of Investigation. Carregava nas costas o inusitado título de Chefe do FBI no Brasil e como tal saudado, em abril de 2002, com ardente entusiamo masoquista pelas macacas de auditório daquele hotel de Curitiba. O Boss, distinto senhor, inteligente e sagaz, com um primoroso português lusitano, foi um dos que “patrocinou” o congraçamento com ele e com Promotores da América, no “Seminário Internacional de Prevenção e Represssão à Lavagem de Dinheiro e à Corrupção na Administração Pública”.

    Vim a saber depois que, oficialmente, integrava a Embaixada Americana como adido civil, o que lhe menosprezava a importância ao tempo em que lhe dava um ar solene de modéstia. Veio, ele e sua expertise, na mala diplomática junto com um sem número de agentes de diversas agências americanas que formam um caleidoscópio de letrinhas cujas imagens, todas elas, nos remetem à tríade de um dos vieses da ação hegemônica da águia americana no mundo: Investigação-Segurança Nacional- Inteligência.

    Dos ensinamentos de nossos irmãos do norte, constatava-se clara preocupação com terrorismo e tráfico de drogas. Ao mesmo tempo entrevia-se um genuíno, mas ainda insuspeito, interesse por corrupção estatal. A nossa, não a deles, porque nós não metemos o bedelho nos assuntos americanos. Mas saber de tudo por essas bandas era, é, passatempo deles e da Candinha. Conhecimento nesse jogo é tudo. Foi possível deduzir dos ensinamentos dados por agentes e promotores americanos que “consultorias” que ajudam a instituir offshores e trusts, determinadas instituições financeiras e “doleiros” do tipo “vistosos”, como os que foram presos pela Car Wash, na República de Curitiba, se encontravam sob “monitoramento” e investigação permanente, uma vez que por essas vias circula o dinheiro sujo de drogas, terrorismo, sonegacão fiscal e corrupção estatal.

    O Goveno americano gastas altas somas de seu orçamento para obtenção de informações mediante utilização de estruturas de inteligência, inclusive com apoio de nacionais nos países onde atuam, cooptados ou subornados para isso ou para realizar tarefas específicas. Durante o seminário o iluminado Boss do FBI no Brasil formula gentil convite para irmos aprofundar, nos Estados Unidos, nosso conhecimento sobre lavagem de dinheiro e outros ilícitos. Era, se percebia, uma prospecção de futuros “talentos” oriundos do Ministério Público, do Judiciário, das Polícias e da Receita Federal. Parece que América também despende um dinheiro considerável nessas cooperações com órgãos e pessoas de outros países, visando obter, no mínimo, compartilhamento de informações.

    No Brasil, não há filtro nenhum para compartilhamento de informações sensíveis ao interesse nacional com órgãos governamentais dos Estados Unidos da América. Vazam feito peneira. Vazar pra essa gente, ao que se vê, deve ser uma função orgânica tão natural quanto respirar ou expelir gases intestinais. Os americanos levam informações daqui como outrora levavam areia monazítica de nosso litoral: sob o olhar bovino de brasileiros, que sequer podem quantificar o seu valor. Aquiescendo ao convite do homem americano, muitos foram. É possível vê-los hoje por aí em nossa prodigiosa República, com o ar blasé de superioridade dos estultos, aplicando com grande desenvoltura os conhecimentos que obtiveram em terras que ficam além do Rio Grande.

    Cerca de dois anos depois, vejo na imprensa o mesmo Chefe do FBI no Brasil, já ex-Chefe e recém-aposentado, dizendo que os Estados Unidos compraram a Polícia Federal e que dinheiro era dado para alguns de seus integrantes em contas privadas para diversas ações em prol de interesses americanos. Da entrevista que deu ao Jornalista Bob Fernandes, é possível vislumbrar que agentes americanos, atuando com plena liberdade, tem o poder de “monitorar” pessoas, empresas e governos atuando dentro do território brasileiro.

    É de se supor que ainda estão no negócio da família de comprar ou cooptar membros da polícia e outros integrantes de órgãos estatais brasileiros. Políticos, juízes, membros do Ministério Público, nada há que não esteja ao seu alcance. Há pouco tempo Edward Snowden nos revelou que o Governo brasileiro e a Petrobrás foram espionados pelo NSA. É possível ver mais explicitamente a magnitude da atuação investigatória americana em solo brasileiro quando, por exemplo, prendem por esses lados algum inimigo público da América, como um barão das drogas ou desavisados comentaristas de rede social que falam maravilhas do estado islâmico, até então invisíveis para as autoridades brasileiras. E permaneceriam invisíveis não fossem a intervenção e a investigação das agências americanas feitas aqui no Brasil e que, de maneira camarada, cedem os créditos da fama para benefício das autoridades brasileiras.

    A princípio, pelo cheiro da Dinamarca que aflui deste esgoto que corre nas veias desta República, o porrete do Theodore é plenamente dispensável. Terra de ativismo masoquista e ânimo servil numa relação de carnal submissão ao protagonista da Doutrina Monroe dispensa uso de força.

    Como diria o contato americano do ex-Chefe do FBI no Brasil, quando este ponderava e apresentava dificuldades para cumprir uma determinada missão em nossas terras:

    Porra, isso aí é o Brasil! Just do it!

    Fuad Faraj é Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado do Paraná.
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    • Tomas disse:

      Tem-se ouvido falar muito dessa “ajuda” do FBI de cinco milhões de dólares anuais para a Polícia Federal. Uma nuvem de desconhecimento generalizado paira sobre isso. Seria ótimo se alguns repórteres investigativos pudessem se ocupar em buscar detalhadamente respostas para muitas indagações sobre isso: Quem mandava e quem recebia, oficialmente, esta “doação”? Como ela era encaixada em algum orçamento oficial da PF? Como ela era distribuída, como era oficializada sua distribuição ou não era? Havia condicionamentos explícitos sobre o gasto da “verba”? Quem em cada departamento recebia esta verba, para distribuição? Ou a verba ficava com alguns poucos? Como era feita a prestação de contas do gasto da “verba”, e para quem? Para alguma agência americana? Para algum órgão do governo brasileiro? Nenhum órgão governamental brasileiro tinha conhecimento, fiscalização e controle sobre esta “verba”? Precisamos muito, muito mesmo, saber sobre tudo isso. E mais alguma coisa, se for possível.

  7. Erismar disse:

    É o silêncios dos indecentes!

  8. Luiz Carlos P. Oliveira disse:

    Mais uma para o Carlos Brito: VTNC, coxinha miserável.

  9. Luiz Carlos P. Oliveira disse:

    Nem o reveillon judeu é em 11 de novembro. Kkkkkkkkkkk. Globo FDP manipuladora de imbecis.

    • ernesto disse:

      Pois é, o último Rosh Hashaná caiu em 21 de setembro.
      Se o cara deu a entrevista em 11 de novembro, é claro que ele já tinha passado.

      • Carlos disse:

        Você só pode estar sendo pago! Meu Deus, é muita falta de vergonha na cara!

      • Caetano te acha burro disse:

        Opa! Alguém não entendeu a ironia do comentário original. Desornesto, atenha-se ao objeto das coisas, não tergiverse. Sei que é difícil pra vocês coxinhas do blog manterem o foco no assunto em pauta.

  10. José Ademar disse:

    Depois do desespero de Huck Norris de apagar as fotos com Aécio da Cunha,Eike Batista,Sérgio Cabral,Joesley Batista,Alexandre Orange Accioly e de mudar o nome da academia Boodytech para Rain e New Year,eu não estou entendendo o desespero desse cínico e cara de pau.

    O telhado dele tá cheio de caco de telha(uma empresa de uma sub celebridade de quinta categoria no Brasil de meu povo).

    Agora falando mais sério,fiquei surpreso com a já convocação do técnico Sérgio Irineu Marinho para os amistosos da seleção antes da Copa da União Soviética(que saudade!)contra Marraquexe(diga-se Marrocos),Bangladesh,Costa Rica,Macedônia e Geórgia,as convocações de Huck,Júnior irmão da Sandy,Bolsonaro,Feliciano, MC Everaldo,Ademar Ribeiro,Paulo Preto,Skaf,Serra,Alckmin e Dórian.

    Aécio ficou de fora porque vive uma péssima fase e não foi nem lembrado e nem vai para a Copa.

    Fonte:A Gazeta Esportiva.

  11. Homem das Borgas disse:

    Huck é a cara do país escroto parido pela globo, coxinhas e juduciário podre, mas há coisa pior na praça, há uma armação que pretende colocar no centro do espectro político o que no resto do mundo se chamaria de direita , xucra inclusive, com Maia, Alckmin e Meirelles disputando o butim.

    O centro político hoje e sempre , foi ocupado por LULA e o PT, fazendo a velha e “boa” política de conciliação, servindo ao mercado , distribuindo comida ao POVO ( o que é muito num país de famintos e desdentados ) e com algum veio de nacionalismo, nada que fuja do velho script sulamericano de enfrentamento ZERO.

    Mas faz parte, se assim o POVO aceita , assim será.

    • Luiz Ribeiro disse:

      ESSE CAFAJESTE AINDA VEM FALAR MAL DO POVO E DO LULA. Cai FORA verme direitista FDP ! A única pessoa que fala de desdentados (discurso típico do ódio de classe média) é você que serve de capitão do mato para a elite. O bufão além de cafajeste e misógino também têm ódio de pobre. Sujeito ABJETO.

      • Homem das Borgas disse:

        Viviane, procura um psicólgo mal-amada, feiura não tem jeito mas as feias também acham companhia, basta deixar mais leve tua alma, pobre diabo.
        Falo do Lula o quanto quiser, desde que tenha provas, não sou da direita xucra que só esbraveja ódio e destruição, sequer me alinho a direita, mas para quem está descontrolada tudo só acontece sob sua ótica doentia , velho tico e teco petista, discurso pobre do nós contra eles.
        Mas faz assim, compra o blog e me bloqueia….pois argumentos já vi que é pedir muito pra você.

        • Homem das Borgas disse:

          Você a Lenita estão fazendo um grande trabalho de imbecilização aqui, além de passarem vergonha pelo ridículo, estão quase perdendo meu voto no Lula, que apesar de ruim é o que sobra hoje na democracia, esse joguinho burguês onde o POVO sempre perde.

          • Rafa disse:

            Tua opinião é o mesmo que um saco de merda. Cara você é mesmo burro. Estou impressionado. Passa só vergonha e continua a vomitar a merda do cérebro. Oh louco.

        • Rafa disse:

          Caramba. O doente mental ainda está estrebuchando ? Não tem vergonha na cara ? FEIO E MAL AMADO e de direita. Que pulha, muito burro mesmo, não consegue ver a realidade de um blog com seus dois neurônios. FEIO E MAL AMADO.

          • Rafa disse:

            E o cara troca idéias com seus fantasmas ??? Oh louco. Está na hora de ser internado, vai tomar o remédio e depois VAZA hihihihi

      • Luiz Ribeiro disse:

        Cara, você é doente e burro ? Não sou nenhuma de suas tretas passadas. Você é mesmo imbecil demais de ficar falando com fantasmas. Acorda e VAZA. Homem mal amado e picareta. Que bufão meu Deus.

  12. L'Amie disse:

    Não pensem que a Fiesp, a Firjan e a Febraban pagam R$-0,05 a linha escrita por dois robôs que revezam periodicamente para deixar a impressão que são leitores politizados e atenazar alguns incautos que perdem tempo em dar-lhes atenção, sem algum objetivo. Eles fazem disso um observatório e trabalham com o universo de participantes mais politizados, ou menos. Uma simples analise já serve se orientação. Se ninguém der atenção aos robôs, eles ficarão sem qualquer referência.

  13. Aureliano disse:

    Bolsonaro, o fodão

    BOLSONARO À FOLHA: “ESSE DINHEIRO DE AUXÍLIO MORADIA EU USAVA PRA COMER GENTE”

    O presidenciável e deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) perdeu a cabeça ao falar sobre o uso indevido de auxílio-moradia ao ser questionado pelo tema por uma repórter do jornal Folha de S. Paulo; “Como eu estava solteiro naquela época, esse dinheiro de auxílio moradia eu usava pra comer gente, tá satisfeita agora ou não? Você tá satisfeita agora?”, disse Bolsonaro

    https://www.brasil247.com/pt/247/poder/336692/Bolsonaro-%C3%A0-Folha-%E2%80%9CEsse-dinheiro-de-aux%C3%ADlio-moradia-eu-usava-pra-comer-gente%E2%80%9D.htm
     

  14. Luiz Carlos P. Oliveira disse:

    Dialogar com coxinha é o mesmo que dar tiro de canhão em colibri. É muita bala prá pouca carcaça.

    • Homem das Borgas disse:

      É algo como dialogar com petista, se não render-se a São Lula e Santa Dilma , vai-se direto pra fogueira, trabalho intelectual inútil.

      • Rafa disse:

        Olha só o estrebuchador ignorante raso mau caráter e cafajeste achando que alguém se interessa por suas asneiras pueris sobre petistas. Cai fora, vaza FEIO MAL AMADO !!!!!!

      • Rafa disse:

        O FEIO e mal amado tem que colocar a foto aí para comprovar sua feiura. Cara burro, muito burro. Estou impressionado que haja gente assim. Até que me alertaram mas pensei que era exagero. Não é não, o cara se supera mesmo. Credo! VAZA logo ! Você é puro esgoto hihihihihi

  15. Yoyo disse:

    Quanto mistério. Havia provavelmente mais de 500 pessoas no programa e nenhuma delas
    capaz de dizer nas redes sociais ou no twitter quando e como foi o ocorrido.
    Ou será que as pessoas que participam do programa estão proibidas de se pronunciar de forma simples. O que será que passa nestes programas de auditório da TV?

  16. Hudson disse:

    Não… É que o programa foi gravado com antecedência, mas planejado para dar a impressão de ser ao vivo. O incrível rúlk já tinha decidido ser ex-ex-candidato, e já tinha agenda de “palco” definida para o ano novo… :-) Colou?

  17. Tereza disse:

    Isso mostra o respeito que o casal capacho da Globo tem pela inteligência do brasileiro.ninguem presta atenção mesmo então vamos mentir sempre que possível.casal hipocrita.

  18. Messias Franca de Macedo disse:

    … Falando ainda acerca de silêncio nada inocente e mentira descarada…
    O ultradireitista Maílson da Nóbrega já prenuncia:
    “a deterioração do atual quadro econômico poderá – em breve – nos levar de volta a um cenário de hiperinflação.”

    Junte a esta premonição, uma pitada de intensa recessão, e tem-se uma situação de estagflação!
    Ou seja, o pior dos mundos!

    Viva o ‘braZ$&l’ dos ‘coxinhas’ &$ patos amarelos!

  19. Messias Franca de Macedo disse:

    Quer dizer, “intonci”, que o safadão narigudo com o logotipo da Globo mafiosa tatuado na testa *consegue ser pior do que o nazista empírico ‘Já-ia’ BOSTAnaro, aquele mito dos ‘coxinhas’ que morreu na praia de Angra, comprovando que não passa de um detrito sólido de maré baixa?

    ###

    *Sopesados seus defeitos, Luciano Huck consegue ser ainda pior do que Jair Bolsonaro. Por Carlos Fernandes
    Por Carlos Fernandes – 12 de janeiro de 2018
    (…)

    FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/sopesados-seus-defeitos-luciano-huck-consegue-ser-ainda-pior-do-que-jair-bolsonaro-por-carlos-fernandes/

  20. Ruy disse:

    Ivan Almeida CArlos, seu vagabundo, inútil. Você se refere ao candidato da globo morta, como se você nao fosse votar nele, quando a disputa for entre ele e Lula, ou o seu candidato(de Lula) no segundo turno. Pois o seu “capitão”, palerma, ja’ morreu, vagabundo. Sua ameba andante.

  21. Eduardo disse:

    O editorial de hoje do PIG “ Valor Econômico” se engajou definitivamente na construção da candidatura do “ Lata Velha “ Luciano Huck”! Para isso já detona todos os pré-candidatos, chamando-os de velhos, condena-os como bandidos inimigos da justiça e do povo. Dá lição de moral como sempre, mesmo sem possui-lá! Estamos em guerra: A ordem é atacar quem estiver pela frente mesmo sem armas. A bunda suja do Valor econômico, não lhe dá a mínima confiabilidade e autoridade para falar do mau cheiro dos outros, mas a ordem é atacar! Os Marinho estão em desespero! Em tempo: O Editorial não critica o mau cheiro do Alckmin! Algum burro não saberia o porquê?

  22. João de Paiva disse:

    Apesar do lapso de três dias, vale a pena republicar na caixa de comentários. Ao editor do blog sugiro republicá-lo como postagem.

    [ Na miséria política intelectual em que o país está mergulhado à força, aguçada pelo golpe de 2016, não espanta que nomes como Luciano Huck ocupem páginas e páginas da mídia em extinção.

    Chegamos a esse ponto.

    Tive oportunidade de trabalhar com Luciano Huck, ou para ele, melhor dizendo. Boa praça, tinha uma coluna de futilidades sustentada pela amizade com o dono do jornal. Falava do nada sobre nada. O espaço servia apenas como troca de favores com patricinhas e mauricinhos que sempre habitaram o universo do hoje (des) animador. De vez em quando, o próprio arriscava algumas linhas de sua lavra. Nunca a língua portuguesa foi tão açoitada. Tinham que ser reescritas de alto a baixo para manter algum parentesco com o dicionário.

    É curioso, a propósito, que gente como o noveleiro Aguinaldo Silva se preocupe tanto com o cabedal literário de Lula. Pergunte a Luciano Huck quantos livros ele leu. Se leu algum, se entendeu. Isso para não falar da diferença insuperável entre um líder popular provado e considerado o melhor presidente da história do país e um mauricinho militante, rico desde a infância, que teve todas as oportunidades do mundo para se instruir, mas sempre preferiu navegar nas ondas do dinheiro fácil.

    Sim, Huck gosta de um tipo de livro: livro caixa. Nunca escondeu de ninguém que seu horizonte era o estrelato turbinado pela dinheirama que lhe escorria aos borbotões. Sua atividade empresarial no início consistia em abrir boates na capital e litoral paulistas, voltadas a gente cheirosa. Suas primeiras incursões na TV limitavam-se a programas de jovens chiques, uma espécie de Amaury Júnior dos shoppings. Graças ao ambiente em que sempre circulou, ampliou sua exposição na TV aberta, da qual guardamos como herança personagens como Tiazinha, Feiticeira –que, aliás, nem sequer foi ele quem criou.

    Na sua entrada na Globo, Huck produziu cenas de corar até os donos da emissora. Fez juras de amor ao grupo dos Marinho, vestiu a camisa como poucos, casou com uma global e ganhou um programa de presente. Nele, finge se preocupar com os pobres, distribui brindes, chora lágrimas seletivas. Uma lástima, mas no mundo do “entretenimento” vale tudo.

    Vale até comparações esdrúxulas com a americana Oprah Winfrey. Um dos maiores entusiastas do paralelo é aquele colunista de nome Merval Pereira. A este sujeito, da Academia Brasileira de Letras, nunca ocorreu discorrer sobre a aversão de Huck às letras propriamente ditas –o que diz muita coisa sobre o personagem e a instituição a que pertence. Pior e decisivo: comparar a biografia de Huck com a de Oprah beira o insulto à americana, com a qual não simpatizo nem antipatizo. Apenas respeito.

    Conhecendo Huck o suficiente e seu apego inarredável aos livros-caixa, posso afirmar sem nenhum medo de errar: não será candidato. O motivo vem justamente daí. Por que diabos um cidadão como como este vai querer se expor de verdade ao distinto público, ter suas contas devassadas, sua vida escrutinada, a biografia investigada?

    Para não ir muito longe, alguns de seus amigos de fé, Aécio Neves e Alexandre Accioly, tornaram-se figuras notoriamente conhecidas como meliantes profissionais. Um deles, aliás, Accioly, laranja de José Serra, até há pouco tempo era sócio de Huck. A primeira pergunta que mesmo o jornalismo apodrecido da mídia tradicional seria obrigado a se fazer é até que limite tal sociedade e amizade não descambaram para negócios ainda mais escusos. Precisa desenhar?

    Não se trata de acusação, mas de constatação. Huck ficará fora dessa. Não que vá ficar calado. Vai jogar seu papel, contracenar mentiras primitivas como fez no Faustão –desmascaradas inapelavelmente por Fernando Brito, do Tijolaço— e aproveitar o momento para engordar o próprio caixa.

    Pode apostar sem medo de errar.

    ?Joaquim Xavier? ]

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