Método Cunha de volta. Perdeu a urgência, vota de novo e vence…

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São poderosos e eficientes os argumentos da madrugada.

Depois de perder ontem o requerimento de urgência para a tramitação da reforma antitrabalhista, Rodrigo Eduardo Cunha Maia, o presidente da Câmara, usou o método de seu antecessor e pôs de novo em votação a mesma matéria.

E, claro, ganhou, depois de orelhas puxadas e pescoços apertados na escuridão da noite brasiliense.

Foram  287 votos contra 144, resultado de um esforço hercúleo – com o perdão de Hércules – da base governista.

O suficiente para obter o regime de urgência, mas ainda 21 votos abaixo do que a máquina governista precisa demonstrar que possui para aprovar a reforma previdenciária.

O governo não tem conseguido atingir, nunca mais, o “número mágico” de 308 votos  que lhe permita pisotear a Constituição.

É isso que está sendo observado.

E é por isso que não podem arrefecer as manifestações previstas para o dia 28.

 

 

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