E lá vai o Rio, ladeira abaixo, outra vez

piccicana

Durou pouco a esperança dos servidores públicos do Rio de Janeiro de terem ao menos “menos atrasados” os seus pagamentos.

O presidente da Assembléia Legislativa do Estado, Jorge Picciani, foi recebido no aeroporto para ser conduzido coercitivamente a depor pela PF. Seu filho – não o ministro do Esporte, Leonardo, mas o caçula, Felipe – foi preso. Mais dois deputados – Paulo Mello, ex-presidente da Assembleia, e Edson Albertassi, indicado para o Tribunal de Contas – também estão sendo levados à polícia. E os empresários de ônibus, libertados por Gilmar Mendes, voltam à cadeia. Um terceiro, que está em Portugal, teve a extradição negada pela Justiça portuguesa.

Como Picciani é o fiador da manutenção de Pezão no Governo do Estado, um governante sem qualquer vestígio de autoridade, o edifício em ruínas estremece.

A família Maia, Rodrigo e Cesar, olham, salivantes, a situação.

O PMDB do Rio não apenas está entrando pelo cano, depois de mais de uma década de poder. Está mesmo entrando em cana.

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