O baile dos vampiros

danca

O Estadão abre sua manchete digital com um ridículo “Pela primeira vez, Meirelles admite ‘contemplar’ ser candidato a presidente”. Como Meirelles vem falando em se candidatar desde, pelo menos, novembro do ano passado, exceto como propaganda não se compreende o “pela primeira vez”.

O Globo, por Lauro Jardim, anuncia para o dia 6 o lançamento da candidatura de Rodrigo Maia.

Com o Michel Temer que, no pré-intervenção, os três candidatos que mais se movimentam representam, segundo as pesquisas 3% do eleitorado, 1% para cada um.

Micróbios políticos, os três, são, no entanto, os três homens mais poderosos da política brasileira.

Um, controla a força, outro, as leis e o terceiro, o mundo do dinheiro.

Povo?

Não vem ao caso.

Um colônia não precisa mais do que guardas e capitais predatórios.

Devem controlar a boa ordem, nas ruas, a ordem bruta, nas senzalas e a drenagem das riquezas.

Do sangue que escorre das feridas.

O país que despertava, que festejava, que passava a sonhar  virou o palco da morte.

Os sorrisos viraram presas, as mãos viraram garras, as janelas viraram grades.

Viramos um país de falsidades, onde os últimos são os primeiros nas eleições, para que se garanta que o novo será o velho de séculos.

 

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