A opção da Folha pela obtusidade. Xico Sá, fora; Kim, dentro

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A Folha anuncia, com destaque, a entrada em seu “time de colunistas” do patético Kim Kataguiri, um personagem que não tem nada a dizer senão repetir os chavões odiosos que a gente passou a ter de ler, desde que foi promovido a “estrela”  do coxismo, em substituição a Rogério Chequer, ex-operador de capitais nos Estados Unidos.

Para quem achava que a entrada de Reinaldo Azevedo, é a prova de que sempre se pode piorar.

É obvio que haverá um redator contratado, sabe-se lá por quem, para escrever pelo rapaz.

Não há problema algum em que ele, pelos 19 anos e por não ter feito nada na vida senão virar estrela do golpismo, tenha pouco conhecimento para produzir ideias originais.

O problema está no fato de ele não querer produzir senão ideias de jerico, como as de privatizar totalmente a educação e a saúde, no máximo distribuindo “umas carteirinhas” para os que não puderem pagar.

Reproduzo, abaixo, um pequeno exemplo do cabedal que Kataguiri tem para partilhar com os leitores da Folha, agora que o jornal resolve elevá-lo ao status de jovem intelectual.

É de doer, mesmo nestes tempos de zika virus.

E pensar que o jornal excluiu um jornalista como Xico Sá por razões políticas transforma em oráculo alguém deplorável assim.

Depois não sabe porque perde leitores e respeito.

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