A Globo se nutriu do Rio, mas odeia o Rio

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A imagem é a a do portal de O Globo, agora, às 21 horas.

O Comitê Olímpico norte-americano já negou, há 24 horas, que esteja considerando faltar às Olimpíadas.

Não vem ao caso, manchete mantida.

Já os quenianos também negaram a ideia de boicote.

Também não vem ao caso, título mantido.

Já a goleira americana, uma das melhores seleções de futebol feminino, até que pode mesmo entrar nessa onda.

Como não se espera que vá jogar no caso de estar grávida – nem deve, por favor, né? – é pura onda.

Mas o império Globo não perdoa: é a ofensiva geral contra o Brasil e, muito especialmente, contra o Rio de Janeiro, cidade onde se nutriu de talentos artísticos e onde engordou com os favores do poder público.

É ódio, ódio e mais ódio à cidade onde a Globo, invariavelmente, perde as eleições.

PS. Fui conferir agora e mudou a manchete. Agora é o lago do pedalinho que vai ser investigado como “crime ambiental” de Lula. A matéria é de sábado, mas serve de manchete, como aquela história do “Valdemar numa noite de lua”.  As informações baseiam-se  “num antigo parente” do proprietário anterior do sítio. O que será um “antigo parente”? Um irmão mais velho, um tio idoso? No meu tempo, parente era parente: tio, irmão, sobrinho. Ou ex-parente: ex-sogro, ex-nora, por aí vai. Não importa. O importante é manter o tiroteio. A regra é esta, apenas esta.

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